inauguracao

Arrancou a 26 de Julho em Guimarães a segunda edição da Contextile. Dezenas de pessoas visitaram os vários espaços que acolhem as exposições da bienal — Casa da Memória, Palacete de S. Tiago, Paço dos Duques, Plataforma das Artes e da Criatividade e Instituto de Design de Guimarães.

Por volta das 17h30, durante a cerimónia de inauguração do Palacete S. Tiago, o diretor Regional de Cultura do Norte, António Ponte, declarou que o espaço abria “da melhor forma possível com a exposição Fiber Futures”, uma mostra de 30 artistas nipónicos pioneiros na arte têxtil. O presidente da autarquia vimaranense, Domingos Bragança, referiu também que “aqui a arte promove o têxtil, qualificando-o e dando-lhe valor”.

O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, aproveitou a ocasião para dizer que “depois do sucesso da primeira edição da Contextile, a segunda edição teve alguma dificuldade de afirmação [devido à falta de verbas] mas que o têxtil é uma das matérias tradicionais que também é uma das matérias que podemos ter como referência para o futuro — parâmetros essenciais para o desenvolvimento criativo e económico” e que espera, por isso, “que as prioridades da agenda cultural da Câmara de Guimarães possam integrar futuramente esta bienal”. “Faz todo o sentido”, concluiu.

Durante a inauguração da Exposição Internacional na Casa da Memória, por volta das 18h30, foi anunciada a obra vencedora do Prémio de Aquisição, bem como as obras que receberam Menções Honrosas.

Este ano o júri da bienal decidiu atribuir Menções Honrosas a quatro (4) obras: “100 Drops”, de Amanda Salm, “Custody of the Tongue” de April Dauscha, ambas artistas norte-americanas, “Moreni”, da romena Elena Brebenel, e “In Rete”, da húngara Lívia Pápai. O Prémio de Aquisição da Contextile 2014 foi para a obra “Naturaleza Desdoblada” da artista mexicana Miriam Medrez.