Escola Artística Soares dos Reis

EMERGÊNCIAS
EASR

Autores / Authors

Clara Azevedo, Diana Bessa, Diogo Mendes, Délcio Almeida, Giluia Mattos, Helena Bastos, Helena Barros, Inês Costa, Íris Costa, Lara Oliveira, Leonor Couto, Leonor Afonso, Leonor Sousa, Maria Martins, Matilde Silva, Rafaela Filipe, Raquel Rocha, Mariana Carneiro, Sofia Moreira, Sofia Oliveira, Teresa Silva

No âmbito da exposição “Emergências” da Contextile, os alunos da especialização Têxtil da Escola Artística Soares dos Reis desenvolveram trabalhos a partir do tema “Por um Fio”. A partir desta ideia comum, cada aluno explorou um subtema individual, transformando preocupações, experiências e reflexões contemporâneas em narrativas visuais através da linguagem têxtil e da expressão plástica.

Clara Azevedo – A obra aborda a dependência emocional e o impacto silencioso que exerce na relação connosco próprios e com os outros.

Diana Bessa – Uma reflexão sobre a perda de empatia e como a ausência de cuidado pelo outro fragiliza a humanidade.

Diogo Mendes – A peça alerta para os efeitos da poluição ambiental e as suas consequências na saúde humana.

Délcio Almeida – A obra explora o controlo do corpo e da mente, apresentando uma Penélope contemporânea cujo amor permanece por um fio.

Giluia Mattos – Uma reflexão sobre a relação com o tempo e a forma como a rotina altera a perceção da sua passagem.

Helena Bastos – A obra questiona a perda de influência parental no desenvolvimento pessoal e moral dos filhos.

Helena Barros – Uma crítica à sociedade ocidental inspirada no conceito de epistemicídio e na destruição de outros saberes.

Inês Costa – A peça simboliza os danos irreversíveis causados pela ação humana sobre a natureza.

Íris Costa – Uma reflexão sobre a fragilidade da saúde mental e o seu impacto na permanência e resistência humana.

Lara Oliveira – A obra aborda a perda de identidade, memória e ligações culturais ao longo do tempo.

Leonor Couto – Inspirada na reflexão sobre o tempo, questiona o ritmo acelerado e o desgaste da vida contemporânea.

Leonor Afonso – A deterioração do sistema nervoso simboliza o impacto do stress na juventude atual.

Leonor Sousa – A peça representa a identidade como um organismo vivo, moldado pelas experiências e relações humanas.

Maria Martins – “Capitalismopoly (working class)” explora o ciclo repetitivo e os desafios da classe trabalhadora.

Matilde Silva – “Jugo” reflete sobre opressão e a vulnerabilidade dos direitos humanos.

Rafaela Filipe – A obra questiona o impacto dos ecrãs e das redes digitais nas relações humanas.

Raquel Rocha – Inspirada em “Quinta dos Animais”, apresenta uma crítica ao abuso de poder e à corrupção política.

Mariana Carneiro – Uma representação da fragilidade da Amazónia perante a exploração humana.

Sofia Moreira – “Identity Theft is Not a Joke!” retrata a alienação provocada pela ansiedade e depressão.

Sofia Oliveira – “Furtiva” alerta para a sobrepesca e as consequências para os ecossistemas marinhos.

Teresa Silva – “Lustitia” denuncia a prostituição forçada e a fragilidade da dignidade humana.

— Escola Artística Soares dos Reis

Within the scope of the “Emergências” Contextile exhibition, the students specialising in textiles at the School of Arts Soares dos Reis developed works based on the theme “By a Thread”. From this shared idea, each student explored an individual subtheme, transforming contemporary concerns, experiences and reflections into visual narratives through textile language and artistic expression.

Clara Azevedo – The work addresses emotional dependence and the silent impact it exerts on our relationship with ourselves and with others.

Diana Bessa – A reflection on the loss of empathy and on how the absence of care for others weakens humanity.

Diogo Mendes – The piece draws attention to the effects of environmental pollution and its consequences for human health.

Délcio Almeida – The work explores the control of body and mind, presenting a contemporary Penelope whose love remains by a thread.

Giluia Mattos – A reflection on our relationship with time and on the way routine alters our perception of its passage.

Helena Bastos – The work questions the loss of parental influence in the personal and moral development of children.

Helena Barros – A critique of Western society inspired by the concept of epistemicide and the destruction of other forms of knowledge.

Inês Costa – The piece symbolises the irreversible damage caused by human action on nature.

Íris Costa – A reflection on the fragility of mental health and its impact on human endurance and resilience.

Lara Oliveira – The work addresses the loss of identity, memory and cultural ties over time.

Leonor Couto – Inspired by reflection on time, it questions the accelerated pace and erosion of contemporary life.

Leonor Afonso – The deterioration of the nervous system symbolises the impact of stress on today’s youth.

Leonor Sousa – The piece represents identity as a living organism, shaped by human experiences and relationships.

Maria Martins – “Capitalismopoly (working class)” explores the repetitive cycle and challenges faced by the working class.

Matilde Silva – “Jugo” reflects on oppression and the vulnerability of human rights.

Rafaela Filipe – The work questions the impact of screens and digital networks on human relationships.

Raquel Rocha – Inspired by Animal Farm, it presents a critique of abuse of power and political corruption.

Mariana Carneiro – A representation of the Amazon’s fragility in the face of human exploitation.

Sofia Moreira – “Identity Theft is Not aJoke!” portrays the alienation caused by anxiety and depression.

Sofia Oliveira – “Furtiva” warns of overfishing and its consequences for marine ecosystems.

Teresa Silva – “Lustitia” denounces forced prostitution and the fragility of human dignity.

— School of Arts Soares dos Reis